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quarta-feira, 30 de abril de 2008

Operação "Bolsa-Receita" prende contadores nos municipios de PARNARAMA, Sao domingos do Maranhao, sao vicente férrer

*Polícia Federal cumpre mandados nos municípíos de Satubinha, São Domingos do Maranhão, São Vicente Férrer e PARNARAMA

A Polícia Federal (PF) desencadeou hoje pela manhã a Operação “Bolsa Receita", contra escritórios de contabilidade e prefeituras que estariam envolvidas em um esquema fraudulento de envio, pela internet, de declarações de imposto de renda falsas.

Em São Luís, foram presos os contadores Pedro Hilton Lindoso e Edson Ferreira Lindoso, que são primos. A operação está sendo desencadeada também nos municípios de Parnarama, São Domingos do Maranhão, São Vicente Férrer e Satubinha.

Em todos esses locais, a PF cumpre mandados de busca e apreensão e de prisão contra quatro contadores - dois deles já estão presos. Uma delegada e cinco agentes estouraram nas pela manhã um escritório de contabilidade localizado no 7º andar do edifício Mendes Frota (Ponta d’Areia). Foram levados computadores e documentos.

As suspeitas são de que as prefeituras investigadas teriam enviado à Receita Federal declarações de Imposto de Renda retido na fonte falsas, listando pagamentos por reumuneração de serviços prestados por pessoas físicas e retenções de imposto inexistentes.

O total de restituições forjadas pelo esquema ultrapassa a casa de R$ 3 milhões, sendo que R$ 1 milhão foi recebido efetivamente pelos golpistas. A PF e a Receita identificaram nos últimos exercícios fiscais cerca de 550 declarações falsas de imposto de renda de pessoa física, informando rendimentos provenientes dessas prefeituras com restituições médias em torno de R$ 6 mil.

As pessoas usadas para efetivar o golpe eram humildes, daí porque a operação foi denominada de "Bolsa-Receita". O inquérito tramita em segredo de justiça na 1ª Vara Criminal da Justiça Federal em São Luís.


Nota: Texto alterado às 17h para correção e acréscimo de informações.
Fonte: Décio Sá

té quando Jackson Lago vai ignorar as farras no cofre público do estado?


Mais uma grave denúncia paira sob o governo da “Libertação do Maranhão”, cuja nau é comandada pelo governador Jackson Lago (PDT), que pelo visto faz de conta que tudo não passa de intriga da oposição.

Pior que dessa vez as denúncias partiram do próprio relatório da Controladoria Geral do Estado (CGE), órgão da administração estadual, que tem a finalidade de fiscalizar os balanços orçamentário, financeiro e patrimonial do governo.

Em Parecer de Auditoria nº 090/2008, da CGE, ficou constatado que a Secretaria de Estado da Segurança Cidadã, comandada pela secretária Eurídice Maria da Nóbrega e Silva Vidigal (foto), cometeu “impropriedades nos procedimentos administrativos relativos às despesas com aquisições e serviços como fuga ao procedimento licitatório, ausência de documento de suporte em prestação de contas de adiantamento, fragmentação de despesas, contratação direta por emergência sem a caracterização da situação, pagamentos sem cobertura contratual e pagamentos indevidos a titulo de indeinização no montante de mais de R$ 8 milhões”.

Pelo relatório de auditoria da CGE, referente ao exercício de 2007, a secretária Eurídice Vidigal contratou bens e serviços, sem licitação e sem a comprovação de estado de emergência ou calamidade pública da ordem de R$ 6,2 milhões para contratação de aluguel do helicóptero para o GTA (Grupo Tático Aéreo), além de aquisição de peças de veículos, serviço de vigilância, locação de veículos, serviços de limpeza e aquisição de combustível.

Diz ainda o relatório que a locação dos helicópteros para missões do GTA, por intermédio da empresa Flyone Serviços Aéreos Ltda, foram celebrados no valor de R$ 825.000,00, mas sendo efetuado pagamentos da ordem de mais de 1,2 milhão (R$ 1.265.000,00).

Isso sem falar nos pagamentos indevidos a título de indenização, sem licitação e sem formalização de contrato, que somam mais de R$ 8 milhões, em desacordo com a legislação específica (Lei nº 8.666/93).

Pelo visto, o que falta acontecer para o governador Jackson Lago tomar uma providência nesse sentido?
FONTE:BLOG MARIO CARVALHO (imirante.com)

terça-feira, 29 de abril de 2008

Presidente Lula cancela viagem ao Maranhão

O presidente Lula informou ao governador Jackson Lago (PDT) que não virá mais no dia 5, próxima segunda-feira, a São Luís. A informação foi passada pelo próprio governador à bancada federal na reunião que teve nesta segunda-feira (28) no Palácio dos Leões.

Segundo informações no blog do jornalista Décio Sá, o governador não soube explicar o motivo do adiamento. Até o momento não foi comunicada uma nova data para visita de Lula à capital maranhense.


O presidente Lula visitaria as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) no rio Anil.

Imirante.com

Inscrições para Enem 2008 começam em 5 de maio

As inscrições para a edição 2008 do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) começam em 5 de maio e vão até o dia 30 do mesmo mês, segundo informou o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais).

As provas serão aplicadas em 31 de agosto, em cerca de 1.400 municípios. A expectativa é a de que pelo menos 3 milhões de estudantes participem dos testes.

As médias por município e por escola do Enem 2007 estão disponíveis no site do Inep. Nesse ano, participaram 21.242 escolas. Dessas, 15.192 eram estaduais, 136 federais, 512 municipais e 5.402 particulares.

A consulta pode ser feita por município, por localização da escola (rural ou urbana), por dependência administrativa (particular, federal, estadual ou municipal) e por modalidade de ensino (ensino regular, educação profissionalizante e educação de jovens e adultos). A divulgação inclui as médias objetivas e de redação dos estudantes.

Enem 2007

Os participantes do Enem 2007 receberam média de 51,52 pontos, numa escala de zero a cem. Na redação, eles se saíram melhor: a média foi de 55,99. A nota geral da prova objetiva de 2007 foi a melhor do Enem desde 1999 e 2000, quando foram registrados 51,93 e 51,85 pontos respectivamente.

Em 2007, os estudantes obtiveram 14,62 pontos a mais do que em 2006, quando a média foi de 36,90. O pior resultado na história da avaliação foi de 34,13 pontos na prova objetiva, em 2002.

Em redação, a média também foi a maior desde 2000, quando alunos pontuaram 60,87. A dissertação na avaliação de 2007 abordou o tema da convivência com as diferenças. O pior rendimento geral nessa modalidade foi de 46 pontos, em 1998.

Alternativa

Atualmente, 525 faculdades, entres elas, disputadas instituições públicas do país, incluíram no processo seletivo a opção de usar a nota do Enem na prova de conhecimentos gerais.

Além disso, o exame é requisito para o recebimento de benefícios do ProUni (Programa Universidade Para Todos), que concede bolsas de estudos em cursos de graduação de instituição particular. Um dos requisitos é que o candidato obtenha nota mínima de 45 pontos no Enem.

O Enem 2007 foi aplicada em 26 de agosto, com 63 questões de múltipla escolha e uma redação. Segundo o Inep, 3.568.592 estudantes participaram da avaliação. O índice de abstenção foi de 23,4%, o menor desde 2000.

fonte: Uol

Parlamentares podem perder mandatos 2ª parte






SÃO LUÍS - Sábado, a TV Mirante divulgou a denúncia do Ministério Público contra os onze vereadores da Câmara Municipal de Caxias. Segunda-feira (29), os parlamentares, suspeitos de desviar mais de R$ 600.000,00, se reuniram a portas fechadas.

Segundo o Ministério Público, os vereadores de Caxias consumiram em um ano 66.920.000 litros de combustíveis. O dinheiro saiu da chamada verba indenizatória, o que significa que além do salário de R$ 4.500,00, cada vereador recebe mensalmente mais R$ 8.000,00 destinados a gastos como viagens e aluguel de veículos.

No processo, o promotor Carlos César Silva Lindoso pede a condenação dos onze vereadores por mau uso de verba pública. Além de devolver o dinheiro, os parlamentares correm o risco de perder o mandato.

TV Mirante

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Vereadores de Caxias podem perder o mandato por uso indevido de recursos

SÃO LUÍS - Vereadores de Caxias podem perder o mandato. Os onze parlamentares, incluindo o presidente da Câmara Municipal, foram denunciados pelo Ministério Público pelo uso indevido de mais de R$600 mil.

O vereador Jorge Estéfano disse que o dinheiro foi usado de acordo com regimento interno da Câmara Municipal e que tem como provar a legalidade.

A vereadora cláudia coutinho está em viagem pela europa. O vereador José Raimundo confirmou ter alugado o carro da mulher dele e que isso é uma prática comum entre os parlamentares. A produção da TV Mirante tentou fazer contato com os outros 8 vereadores de Caxias, mas os celulares estavam desligados ou desativados.

TV Mirant

domingo, 27 de abril de 2008

'TEMPO DA POLÍTICA': CANDIDATOS

Arleth Borges

Tenho chamado a atenção do (e)leitor para um fato curioso: ao mesmo tempo em que a política é cada vez mais desmoralizada nas pesquisas de opinião e nos escândalos cotidianos, mais pessoas se interessam em fazer carreira nesta área. Não que isto represente uma inclinação nacional ao infortúnio, nem uma espécie de “afeição vira lata” (parodiando Nelson Rodrigues), afinal esse paradoxo não é só nosso. O duelo dos pré-candidatos democratas nas primárias americanas e, entre nós, as acirradas disputas nas pré-convenções partidárias atestam que a mal-falada carreira política continua atrativa para muita gente.

As modalidades de seleção de candidatos variam de país para país. No caso brasileiro, já experimentamos várias alternativas, tais como: “candidatura avulsa”, independente de partidos (até maio de 1945); “candidaturas simultâneas”, por vários estados e para diferentes cargos (até a aprovação do Código Eleitoral de 1950); “candidatura classista ou profissional”, onde a candidatura e eleição ocorrem no âmbito dos sindicatos patronais e de trabalhadores (de 1934 a 1937) e “candidatura nata”, garantia aos que já eram parlamentares de se candidatarem independentemente de aprovação nas convenções partidárias (de 1982 a 2002).

Os requisitos para ser candidato podem ser analisados sob vários ângulos que, esquematicamente e sem a pretensão de que estes se apresentem de modo puro, chamarei aqui de legal, político e estratégico (este último, para não sacrificar ainda mais o já combalido conceito de representação política). Os requisitos jurídicos, no caso brasileiro, são poucos: idade mínima de acordo com o cargo (35 anos para presidente e vice-presidente da República e senador; 30 anos para governador e vice-governador; 21 anos para deputado federal e estadual, prefeito e vice-prefeito; 18 anos para vereador); prova de filiação partidária, domicílio eleitoral e quitação eleitoral; declaração de bens e certidões criminais (negativas). A lei eleitoral também exige que pelo menos 30% dos candidatos de cada partido seja de cada um dos sexos – referência direta à obrigatoriedade de candidaturas femininas, posto que a de homens sempre foi a regra. Na última eleição, as mulheres brasileiras já representavam mais da metade do eleitorado, mas respondiam por apenas 14% das candidaturas.

Os requisitos políticos referem-se aos princípios fundantes da democracia representativa, os quais são sempre rememorados a cada eleição, ainda que de forma inautêntica. Segundo estes princípios, uma candidatura é decorrente de participação em partido político, devendo o candidato ser merecedor da confiança da maioria dos filiados. É candidato aquele cujo engajamento político-partidário e experiência militante o coloca na condição de representante da opinião de um segmento específico da sociedade, opinião esta que é convertida em consistente programa partidário a ser apresentado ao eleitorado para disputa com o de outros candidatos e partidos, de modo que a sociedade possa selecionar aqueles que lhe pareçam melhores.

Já os requisitos estratégicos referem-se a trunfos ou capitais de feição mais eleitoral. Trata-se de recursos desigualmente distribuídos entre os candidatos e seletivamente acionados para incrementar as chances de vitória; entre estes destaco: poder econômico; prestígio eleitoral já testado em pleitos anteriores e “confirmado” por pesquisas de opinião; experiência política; prestígio familiar; popularidade decorrente de presença nos meios de comunicação; rede de aliados bem posicionados; facilidade de comunicação através da mídia; atributos físicos afinados com os padrões estéticos dominantes (jovialidade, magreza, brancura e outros disfarces da moda) além da várias formas de apadrinhamentos como o filhotismo, que consiste na introdução de “lideranças” no meio político com o objetivo de dar continuidade ao domínio de um chefe que, pela idade avançada ou por outras aspirações, encerra sua atuação política, mas não quer perder em definitivo sua “galinha dos ovos de ouro”.

Colocados na balança, constata-se que, hoje, os critérios políticos não são os preponderantes; prevalecem os elementos estratégicos e a percepção da disputa como uma guerra eleitoral, onde candidatos são selecionados não em função de sua trajetória, ativismo político-partidário ou propostas, mas conforme predileções dos dirigentes, resultados de pesquisas, poder econômico, habilidades midiáticas e por mobilizarem motivações pessoais acima de razões políticas. É cada vez mais comum que o dinheiro e os manuais suplantem a dedicação a causas de interesse público. Mas, reconhecer este fato como predominante ou até mais eficiente para ganhar votos, não significa, admiti-lo como o melhor ou inevitável; significa apenas que estes elementos se fizeram mais fortes nos embates passados e presentes, mas a disputa continua.

Enquanto isso, tem-se que a permanência desse padrão de escolha de candidatos e de representantes reforça o círculo vicioso da política de má reputação. E o dramático é que isto não é simples resíduo de herança maldita ou fruto de perversidade de certos candidatos e eleitores. Às vezes há destes ingredientes, mas há de se considerar também as estruturas de poder material e simbólico, montadas desde a fundação do nosso Estado para funcionar justamente nesse sentido e que abarcam partidos, instituições governamentais, os políticos profissionais, os meios de comunicação e seus agentes e, na ponta, nem eleitores escapam imunes. Assim, não é de se espantar que alguns resultados das urnas, embora ungidos pela vontade soberana do povo, nos apareçam como “seleção invertida” de qualidades dos candidatos e, no caso dos eleitos, ocorra a conversão de representantes “picaretas” em “políticos normais”. Há exceções, estas confirmam a regra, mas também sinalizam para outras possibilidades.

Arleth Santos Borges é Doutora em Ciência Política, professora de Sociologia e Antropologia da Ufma e escreve para o Jornal Pequeno quinzenalmente (sextas-feiras).

fonte: jornal pequeno

sábado, 26 de abril de 2008

Juízes querem responsabilizar Eurídice por não garantir polícia no cumprimento de mandados

A Associação dos Magistrados (Amma) está cobrando da secretária Eurídice Vidigal (Segurança Cidadã) explicações sobre o não fornecimento da força policial para a garantia do cumprimento de mandados judiciais em todo o estado. Informações que chegam à Amma é que a secretária não está autorizando a força policial requisitada por juízes para dar garantia ao cumprimento de decisões. Para o presidente da entidade, juiz Gervásio Santos, está clara a resistência da Secretaria de Segurança Cidadã em autorizar a força policial para garantir o cumprimento dos mandados judiciais. “Este comportamento atinge seriamente a autonomia e independência do Poder Judiciário”, alerta.A Associação dos Magistrados encaminhou expediente à Secretaria de Segurança pedindo celeridade na concessão da força policial requisitada pelos juízes para o cumprimento dos mandados. A Amma também está solicitando ao presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Raimundo Cutrim, uma atitude institucional do Poder Judiciário para assegurar a sua autonomia e independência.De acordo com levantamentos da Associação dos Magistrados, das 50 decisões judiciais em ações possessórias entre 2007 e 2008, no Maranhão, apenas 10 foram cumpridas. As demais estão pendentes de autorização da secretária Eurídice Vidigal. Deste total, 20 são de juízes de municípios que integram a Ilha de São Luís e 30 de Comarcas do interior do estado, a maioria de Região Tocantina.Na avaliação de Gervásio Santos, o não fornecimento da força policial para dar garantia ao cumprimento dos mandados judiciais está fragilizando o Poder Judiciário maranhense. "Esta recusa é uma afronta, além de se tratar de uma atitude desrespeitosa para com o Judiciário do Estado, fragilizando o juiz perante a sociedade e as partes litigantes”, explicou.Como exemplo da gravidade do problema, Gervásio Santos cita o não cumprimento de uma liminar em Ação de Reintegração de Posse concedida pela juíza da Comarca de Senador La Roque, cuja falta do apoio da Polícia Militar tem favorecido o aumento da tensão social na área.Na Ilha de São Luís, o maior número de mandados judiciais não cumpridos foi concedido pelos juízes de Raposa, São José de Ribamar e Paço do Lumiar. Na última quarta-feira, o presidente da Amma esteve no Comando da Polícia Militar, na companhia do juiz Carlos Veloso e do desembargador Mário Lima Reis, para pedir explicações do coronel Pinheiro Filho (foto) sobre o não fornecimento da força policial para garantir o cumprimento das decisões judiciais. O comandante da Polícia Militar garantiu aos diretores da Amma que não existe qualquer interesse da PM em afrontar as decisões judiciais. “A Polícia Militar tem o maior respeito pelo Poder Judiciário, sempre teve um excelente relacionamento e está disposta a colaborar para a manutenção da ordem”, afirmou o coronel.
blog Décio Sá,(Com informações da Amma).

sexta-feira, 25 de abril de 2008

AVENIDA EM BAIRRO DE PARNARAMA-MA ESTAR SENDO ENGOLIDA POR CRATERA


Avenida no bairro Agrovema estar esquecida pelas autoridades do município, o bairro que tem dois representantes na câmara municipal sendo um situação e o outro oposição e o prefeito da Cidade, e por coincidência ou não todos moram no bairro e na mesma avenida em que a grande cratera se encontra e já engoliu duas casas.

Essa avenida da acesso ao grande Parque de Vaquejada que tem como proprietário o Prefeito

na foto ao lado faço a localização exata da mansão do prefeito e da primeira dama que é vereadora, a mansão do filho do prefeito e da cratera que hoje já tomou parte da avenida.

. O descaso que o poder executivo da cidade tem com os habitantes daquela cidade e muito grande, nesses 4 anos de mandatos o senhor prefeito não fez uma obra de grande expressão na cidade e nem no bairro que ele mora.

Ele fez sim expulsou de maneira irresponsável os alunos do “centro de Ensino governador Eugenio Barros” (colégio do ESTADO), deixando os alunos sem poder assistir aula, para desafogar um colégio do município por que não queria fazer um colégio novo no bairro e estes alunos estavam assistindo aula num mercado publico desativado funcionando em horário intermediário.

As obras que estão em andamento em parnarama e o asfaltamento das ruas do bairro “obra feita pelo Governo do Estado” e um Quadra de esportes “Obra do Governo Federal”.

Para onde estar indo o dinheiro? Ninguém sabe, porque não temos nenhum representante que tenha coragem de enfrentar o prefeito, a oposição que ainda existe esta calada no seu cantinho parece que não tem voz.

Portanto cadê a autoridade do município que não tomam providencia sobre esse descaso que abala Parnarama.

Fonte : autor do blog

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Jackson será indiciado na Navalha,

Jackson será indiciado na Navalha, diz Folha
*Investigação alcança governador de Goiás e senador Marconi Perillo

Por Andréa Michael
Da Folha de S. Paulo
Décio Sá
Imirante

Brasília- O próximo alvo das investigações relacionadas à Operação Navalha é o governador de Goiás, Alcides Rodrigues (PP).

Conhecido como Cidinho, conforme diálogos gravados pela Polícia Federal aos quais a Folha teve acesso com exclusividade, ele trocou ligações, jantou e cumpriu agenda na Esplanada dos Ministérios, com o lobista Sérgio Sá, representante da Engevix e dos negócios do empreiteiro Zuleido Veras, acusado de montar um esquema de fraude a licitações em benefício da empresa Gautama.

Desde maio de 2007, quando foi deflagrada a Operação Navalha, o Ministério Público Federal trabalha na denúncia, que deve ser apresentada ao STJ (Superior Tribunal de Justiça) nos próximos dias e por meio da qual deve acusar pelo menos 55 pessoas pela prática de vários crimes, como corrupção ativa, passiva, fraude a licitações e formação de quadrilha.

Entre os denunciados estarão os governadores Teotônio Vilela (AL) e Jackson Lago (MA), o ex-governador João Alves Filho (SE) e o ex-ministro Silas Rondeau (Minas e Energia).

As conversas às quais a Folha teve acesso e que estão sob análise do Ministério Público de Goiás revelam que o lobista Sérgio Sá negociou com diretores da Celg, a companhia de energia goiana, a aprovação de aditivo de R$ 1,1 milhão sobre um contrato de R$ 4,5 milhões do Programa Luz Para Todos, do governo federal -antes mesmo de haver completado 12 meses de assinatura inicial, tempo previsto para execução da obra- e a autorização de passagem de uma linha de energia até Tocantins.

Documento obtido pela Folha revela que, em 22 de novembro de 2006, Rondeau recebeu Rodrigues e Sérgio Sá para tratar do programa. Na ocasião, o contrato já havia sido assinado. O despacho do ministro é: "encaminhar projeto".

"Nosso senador"

As relações de Sá com Rodrigues iniciaram em 2006, como relatou à Folha o ex-presidente da Celg André Costa na gestão do governador Marconi Perillo, hoje senador (PSDB).

Nas gravações, o lobista se refere ao parlamentar como "nosso senador". Sá pede que o assessor de Rondeau Ivo Costa dê satisfações a Perillo por ele ainda não ter sido recebido pelo então ministro, conforme diálogo de 15 de fevereiro de 2007.

Tais ligações tornaram-se mais intensas na gestão de Rodrigues, segundo o lobista, que diz que lhe fora oferecida, pelo governador, a presidência da Celg. Também em fevereiro de 2007, o lobista convocou políticos para um jantar, que ocorreu no dia 15 daquele mês.

Participaram, além de Rodrigues, o deputado Ronaldo Caiado (DEM-GO), a senadora Kátia Abreu (DEM-TO) e o diretor financeiro da Celg, Nerivaldo Costa. O ajudante-de-ordens do governador, em conversa com o lobista gravada, confirma a presença do pepista.

Sá conseguiu de forma considerada rápida a concessão de autorização de passagem, por Goiás, da linha de transmissão de energia. Em conversa gravada em 13 de fevereiro, Sá diz que precisa do documento para uma reunião no BNDES. O interlocutor diz que o estudo levaria cerca de três meses, mas, a pedido dele, fora executado em dois dias e meio. Sá chama de "amiga" a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) e Rondeau de "nosso ministro".

Um ponto de interesse de Zuleido é o alcooduto que vai transportar combustível do Centro-Oeste a Paulínia (SP). O investimento é de US$ 1 bilhão, sustentado por Petrobras, Camargo Corrêa e a japonesa Mitsui. O início da construção está previsto para 2009, mas, segundo conversas gravadas em março de 2007, o grupo criminoso já demonstra interesse em entrar no negócio.

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Deputados criticam o silêncio de Jackson sobre denúncias

23 de Abril de 2008 -


SÃO LUÍS - Os membros da bancada de oposição na Assembléia Legislativa criticaram ontem o silêncio do governo Jackson Lago, tanto em relação ao uso arbitrário da força policial, por membros do governo, para agredir o ex-senador Francisco Escórcio (PMDB), quanto ao escândalo de desvio de dinheiro público envolvendo um filho do chefe da Casa Civil, Aderson Lago. Mesmo assim, os líderes governistas na Assembléia continuam minimizando as duas situações e tentam, inclusive, ironizar o episódio contra Escórcio. O líder do Bloco de Oposição, Ricardo Murad (PMDB), anunciou que pretende pedir à Justiça que exija explicações e cobre responsabilidades dos membros do governo.

De acordo com Ricardo Murad, as agressões sofridas por Chiquinho Escórcio – que foi arrancado de um hotel por policiais armados, sob o comando do delegado Rodson Almeida, supostamente a pedido do jornalista Lourival Bogéa – envolvem diretamente Aderson Lago, a secretária de Segurança, Eurídice Vidigal, e o delegado-geral da Polícia Civil, Jefferson Portela. “A polícia só teria agido desta forma sob ordem de um membro do alto escalão da Segurança ou do governo. As suspeitas recaem sobre esses três”, afirmou o deputado. Advogados que acompanharam Escórcio no dia da prisão garantem ter ouvido o delegado Rodson Almeida afirmar, em uma conversa telefônica, ter recebido ordens de Jefferson Portela, e este resolveria “qualquer coisa”.

O mesmo Aderson Lago aparece novamente envolvido no escândalo de desvio de recursos públicos da Secretaria de Saúde em convênio com a Prefeitura de Caxias, dos quais uma parte foi parar na conta da empresa de seu filho, Aderson Lago Neto. Mesmo assim, o governador Jackson Lago (PDT) nada disse até agora sobre os dois episódios. E os envolvidos despacham normalmente, constrangendo o governo perante a opinião pública.

“Um recurso carimbado para a compra de remédios vai parar na conta de uma distribuidora e, depois, é depositado na conta da empresa do filho do chefe da Casa Civil, e o governo acha isso normal? Até quando o governador vai ficar nessa passividade, como se nada de grave tivesse acontecido?”, questionou Ricardo Murad.


Deboche

O líder do governo, Edivaldo Holanda (PTC), usou os mesmos argumentos de sempre e se disse “solidário ao doutor Aderson Lago”. “O que houve (no caso envolvendo Chiquinho Escórcio e Lourival Bogéa) foi um incidente comum entre dois cidadãos”, disse ele. A mesma linha foi seguida pelo líder do Bloco Progressista, Marcelo Tavares (PSB). “Não há nenhuma participação de Aderson Lago”, afirmou, usando, inclusive, um tom de deboche para referir-se à situação de constrangimento a que o ex-senador fora submetido.

Para o deputado Max Barros, Edivaldo Holanda e Marcelo Tavares estão equivocados. “A desavença entre dois cidadãos é natural. E todos têm o direito de prestar queixa ao se sentirem ofendidos. Agora, o que é grave é a ação da polícia da forma como foi feita, mobilizando várias viaturas das polícias Civil e Militar, sem mandado judicial. Há imagens que mostram, inclusive, policiais de arma em punho em pleno hall do hotel”, afirmou Max Barros. Para o parlamentar, é a forma dessa operação que deveria ser investigada pelo sistema de Segurança do governo para dar uma resposta à opinião pública.

Após o discurso de Max Barros, Marcelo Tavares recuou em sua ironia e admitiu a gravidade da situação, mesmo continuando eximindo o governo de responsabilidades. “Foi um episódio lamentável, porém estritamente policial”, disse.




Fonte: imirante.com

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Governo e Sindicato começam a debater questões educacionais


17/04/2008

O governador Jackson Lago, acompanhado de cinco secretários de Estado, recebeu em audiência, nesta terça-feira (15), a diretoria do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Maranhão (Sinproesemma), abrindo um canal de diálogo com os professores em busca de entendimento em torno de reivindicações da categoria e relativas à educação estadual.

O governador disse que o encontro serviu para “abrir um diálogo permanente com os professores” e para tratar de questões como o Plano de Carreiras e Salários, o Estatuto dos Professores e eleição direta de diretores de escola.

“Estamos iniciando uma discussão ampla em torno da educação como um todo e de assuntos relativos à categoria, como o Plano de Carreiras e Salários e eleição direta de diretores de escolares”, afirmou o governador.

“Vamos trabalhar como aliados, discutindo assuntos relativos à educação e da própria categoria”, garantiu. Participaram da audiência os secretários de Educação, Lourenço Vieira da Silva, de Planejamento, Aziz Santos, da Casa Civil, Aderson Lago e de Administração e Recursos Humanos, Helena Castro, além de técnicos.

Ficou agendada uma reunião, na Casa Civil, dos sindicalistas com os secretários que estiveram na audiência com o governador. A partir do dia 22 deste mês, segunda a secretária Helena Castro, o diálogo começará analisando a proposta do governo do novo Estatuto dos Professores e do Plano de Carreiras e Salários, em preparação, tendo como base também proposta entregue anteriormente pelo próprio sindicato.

O secretário Lourenço Vieira da Silva classificou a retomada do diálogo com a categoria como “um canal permanente para tratar de todos os assuntos relacionados com a educação estadual”.

O secretário da Casa Civil, Aderson Lago, também destacou a abertura do diálogo e afirmou que o Executivo sempre esteve buscando dialogar com a categoria em torno de problemas educacionais do Estado e da própria categoria.

O presidente do Sinproesemma, Odair José, participou da audiência com o governador e secretários. O presidente da entidade afirmou que a categoria quer, em primeiro lugar, recuperar as perdas salariais e a médio prazo a reformulação do Estatuto dos Professores.

Júlio Pinheiro, vice-presidente da entidade, também elogiou a decisão do governo de abrir o diálogo e afirmou que já houve avanços para a categoria no atual governo, mas “é preciso definir que a audiência será com a perspectiva de definir e conceber uma educação que venha corrigir também as graves distorções herdadas”. O diretor de finanças da entidade, Júlio Guterres, foi outro que destacou a abertura do canal de comunicação.

O secretário de Educação revelou ainda que a abertura de diálogo permanente com o sindicato será em torno de todas as questões, mas alguns pontos começam a ser resolvidos como o pagamento das progressões funcionais a partir de março.

Lourenço Vieira da Silva disse que em abril vão ser pagos as progressões relativas aos meses de janeiro e março, com a normalização do benefício a partir deste mês. Outra garantia é que serão implantados o projeto de formação continuada e a eleição direta para diretores de escolas.



Fonte: Ascom/Seduc

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Sem-terra desocupam ferrovia da Vale


17/04/2008 - 16h18


SÃO LUÍS - A Estrada de Ferro de Carajás, em Parauapebas, no Sudeste do Pará, foi desocupada no início da tarde desta quinta-feira (17) por homens do Batalhão de Choque da Polícia Militar do estado. Cerca de 800 pessoas ligadas ao Movimento dos Trabalhadores na Mineração (MTM) e ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) continuam acampados às margens da ferrovia que liga o Pará ao Maranhão.

Segundo a polícia, duas pessoas foram presas por descumprirem a decisão judicial que impedia a invasão da ferrovia. A Vale informou, em nota, que a interrupção da estrada de ferro impede o transporte de pessoas, de combustível e de minério. Segundo a empresa, isso representa um prejuízo diário é US$ 22 milhões para a balança comercial brasileira.

Cerca de 100 manifestantes sem-terra invadiram a sede da Vale em Belém, às 16h desta quinta-feira. O grupo arrombou o portão da frente do prédio e impediu a saída dos funcionários. Cerca de 30 trabalhadores foram mantidos reféns por aproximadamente 15 minutos, segundo informações da assessoria de imprensa da companhia.

Ainda de acordo com a Vale, o grupo deixou os funcionários no local e seguiu em passeata pelas ruas da capital paraense.

Imirante / G1

MST e garimpeiros ocupam estrada de ferro da Vale

Ação ocorre no dia em que se lembra os 12 anos do massacre de 19 trabalhadores sem-terra em confronto com a polícia em Eldorado dos Carajás. Fazendas e prédios públicos foram ocupados em várias regionais brasileiras

Um grupo de garimpeiros e miltantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra ocupou na manhã desta quinta-feira (17) a Estrada de Ferro Carajás, operada pela Vale, na região de Parauapebas, no sudeste do Pará. Participam da ocupação os cerca de 500 manifestantes que mantinham um acampamento a cerca de 40 metros dos trilhos usados pela Vale para escoar o minério retirado da região.

A Polícia Militar anunciou que fará a desocupação da estrada ainda nesta quarta-feira (17). Neste momernto, polícia realiza uma reunião, por conta da ameaça de radicalização. Ao todo, 500 policiais foram ernviados para a região, além de viaturas e um helicóptero. O Batalhão de Choque está de prontidão.

A invasão da estrada ocorre no dia em que se lembra o 12º aniversário da morte de 19 sem-terra, assassinados pela Polícia Militar quando ocupavam a PA-150 em Eldorado dos Carajás (PA). O aniversário da chacina está acirrando os ânimos da região, e o possível confronto na cidade vizinha, Parauapebas, entre a Polícia Militar, que defende as propriedades da empresa Vale , e integrantes do MST e garimpeiros era esperado.

Apesar de interesses diferentes, MST e garimpeiros uniram forças para alcançar seus objetivos. Os garimpeiros exigem a devolução de parte da área ocupada pela empresa, e os sem-terra criticam a devastação causada pela mineração.

Mais protestos
Integrantes do MST intensificaram as ocupações e protestos na quarta-feira (16). Foram registradas ações em dez estados e no Distrito Federal. Segundo o MST, as ações têm como objetivo o assentamento de 150 mil famílias em todo o país e a liberação de investimentos públicos na habitação e na produção agrícola dos assentados, inclusive com uma linha de crédito para construção de casas em áreas de assentamento.

Os alvos principais dos sem-terra são as agências dos bancos estatais - Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil. Segundo Janderson Barros, um dos líderes do MST, a Caixa não honrou um acordo feito com o MST que previa uma linha de crédito para a construção de casas nos assentamentos. "Havia a previsão de liberação desse crédito, mas o acordo foi descumprido", disse Barros.

Em São Paulo, duas ocupações estão em andamento. Em uma delas, os trabalhadores rurais ocupam o prédio da Secretaria de Justiça de São Paulo, na região central da capital paulista. Na outra, integrantes do MST ocupam um prédio da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) de Bauru, no interior do estado. Houve o início de uma terceira ação, mas os manifestantes foram dispersados quando ameaçavam bloquear a rodovia Presidente Dutra.

No Espírito Santo, os trabalhadores rurais ocupam agências da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil nos municípios de Pinheiros, Pancas, Santa Teresa, Cachoeiro do Itapemirim, São Mateus e São José do Calçado. Em Pernambuco, já são 31 as propriedades invadidas desde sábado pelo MST .

Em Brasília, cerca de mil integrantes do MST ocupam o prédio da sede da Caixa Econômica Federal. Em Goiás, o movimento informa ter invadido propriedade do deputado federal Clodovil Hernandes (PR-SP) no município de Crixás.

Em Santa Catarina, os alvos também foram as instituições bancárias. Os trabalhadores estão mobilizados em frente a agências dos dois bancos estatais em Rio Negrinho, Canoinhas, Curitibanos, Caçador e em Lebon Regis. Além disso, uma marcha com 500 pessoas partiu de Xanxerê rumo a Chapecó.

No Rio Grande do Sul, o MST invadiu prédios da Secretaria Estadual da Agricultura e do Ministério da Fazenda e ocupam, desde segunda-feira, uma fazenda em São Gabriel (RS).

fonte: epoca "Rodrigo Rangel"

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Marco Aurélio deve assumir processo de Jackson

É cada vez mais complicada a situação do governador Jackson Lago (PDT) no processo em que a coligação “Maranhão - A Força do Povo” pede a cassação de seu mandato.

O relator do processo, ministro Carlos Ayres Britto, foi eleito presidente do TSE no último dia 8 e vai assumir o posto ainda este mês. O ministro Joaquim Barbosa, relator do caso mensalão no STF, recém chegado ao TSE, será o vice-presidente.

Com isso, o atual presidente Marco Aurélio de Melo, continua na Corte e deve assumir todos os processos de Ayres Brito. Ou seja, vai virar relator do processo do governador maranhense.

Como se sabe, Marco Aurélio é tido como “carne de cabeça” em casos de corrupção. Recentemente, ele acusou o próprio presidente Lula de usar o programa Territórios da Cidadania para fins eleitorais.

Quer dizer: te cuida Jackson, que tua batata tá assando!

Na foto, o trio parada dura: Ayres Brito (ao fundo), Joaquim Barbosa (à esquerda) e Marco Aurélio de Melo fonte: http://imirante.globo.com/decio/

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Desespero no Palácio dos Leões

14/04/08 fonte: imirante, blog.: Décio Sá

Daniel Leite deve voltar para defesa de Jackson

*Governador não gostou de atuação do advogado Flávio Dino. Deputado diz a aliados próximos que não iria mais ficar “numa enrolada dessas"


Apesar do ôba-ôba dos jornais e rádios amilhados pelo Palácio dos Leões, o governador Jackson Lago (PDT) não gostou nenhum pouco da oitiva de testemunhas realizada no TRE. Informado constantemente pelo subsecretário Cândido Lima (Casa Civil) e pelo assessor especial Aldionor Salgado do desenrolar dos depoimentos no tribunal, o pedetista resolveu agir.

Diante do fato de três de suas testemunhas fugirem para não prestarem depoimento, orientadas inclusive pela defesa comandada pelo deputado Flávio Dino (PC do B), o governador resolveu chamar o advogado Daniel Leite de volta ao caso.

Durante a audiência no TRE uma fonte relatou ao blog ter visto e ouvido quando Cândido Lima falava com o governador sobre a dificuldade da defesa. "Após a oitiva vamos levar os advogados para falar com o senhor. A situação não tá boa não", dizia o subsecretário ao telefone.

Daniel Leite e o ex-ministro do TSE Eduardo Alckmin atuavam juntos no processo. Com a posse do desembargador Raimundo Cutrim no Tribunal de Justiça (TJ) ele assumiu a diretoria-geral do órgão, mas o escritório que leva seu nome continuou atuando no caso.

Na sexta-feira, ele fez um primeiro contato com o desembargador demonstrando sua intenção de deixar a diretoria-geral do TJ. Disse apenas ter recebido um convite "vantajoso" para voltar a advogar para o Estado (leia-se: Jackson Lago). Deve confirmar ou não sua saída do tribunal por toda esta semana.

O deputado Flávio Dino (foto) pegou o caso a pedido do amigo ex-ministro do TSE. Disse conhecer Eduardo Alckmin desde 1999. Teve apenas 14 horas para estudar o processo antes da audiência. A aliados próximos ele tem dito que saiu do caso porque não ia mais ficar "numa enrolada dessas".

Irritação

O já quase ex-advogado do governador tentou passar para a imprensa a impressão que a audiência estava sendo boa para a defesa de Jackson Lago. "Com esses depoimentos está sendo possível demonstrar inconsistências, contradições e lacunas das testemunhas. Temos todo interesse que a instrução processual se realize porque eu tenho a convicção jurídica que não há fundamento para a cassação do governador", declarou ele.

No entanto, o que se viu foi um Flávio Dino irritado com as provocações das testemunhas e do colega Heli Dourado, advogado da coligação "Maranhão - A Força do Povo". Morador de Caxias, Fernando Oliveira apontou o comunista como beneficiário do esquema de convênios eleitoreiros liberados pelo ex-governador José Reinaldo (PSB).

Ele chegou a pedir a prisão do depoente por falso testemunho, sem sucesso. Em outro momento, ameaçou pedir também a suspeição do juiz Carlos Santana que estaria permitindo Heli Dourado influir nos depoimentos das testemunhas, fato que ele mesmo foi acusado posteriormente.

O discurso do deputado caiu por terra após a fuga do prefeito Humberto Coutinho e do vereador João Meneses de Santana (João Lisboa). "O Heli vai acabar contigo", teria dito Flávio Dino ao prefeito, segundo testemunhas. Ele teria ficado com receio do depoimento do prefeito respingar nele próprio. Flávio Dino teve 20.825 mil votos somente em Caxias - o segundo mais votado na cidade foi Sétimo Waquim (PMDB) com 2.840 sufrágios. Ele foi eleito com 123.597 votos.

Resumo da história: Jackson, que deveria apresentar seis testemunhas em sua defesa, só pôde contar com três, já que as outras fugiram do TRE para não comprometerem mais ainda o pedetista. Das três que prestaram depoimento, Julião Amim depôs apenas como informante. Esse tipo de depoimento não é levado em conta na hora do julgamento. Ou seja: sobraram apenas duas testemunhas de defesa.

Resumo do resumo: um governador de estado que não consegue levar seis testemunhas para depor em favor dele, entre elas um jornalista e um prefeito bancado com recursos do estado, realmente não está em situação confortável.

sábado, 12 de abril de 2008

Humberto Coutinho foge do TRE para não depor no processo de cassação do governador Jackson Lago

12/04/08 fonte: imirante, blog Décio Sá

Audiência de testemunhas




Humberto fugiu para não defender Jackson Lago no processo



A exemplo do que já havia feito o jornalista Lourival Bogéa, o prefeito Humberto Coutinho (Caxias) e o vereador João Meneses de Santana (João Lisboa) fugiram do TRE para não prestarem depoimento no processo de cassação do governador Jackson Lago (PDT).

O jornalista, o prefeito e o vereador foram arrolados como testemunhas da “Frente de Libertação do Maranhão”. Lourival sequer apareceu na sexta-feira para se apresentar ao juiz Carlos Santana.

Humberto Coutinho e João Menezes chegaram a se apresentar, mas usaram o fato da audiência ter sido adiada para este sábado para sumirem do TRE. Eles ainda chegaram a ser vistos na sede do tribunal hoje (sábado, 12) pela manhã.

No final da tarde, no entanto, eles não foram mais localizados. O deputado-advogado Flávio Dino (PC do B) propôs a substituição das três testemunhas que fugiram para não depor, mas a coligação “Maranhão - A Força do Povo” não aceitou a manobra.

Eles seriam substituídos pelo médico Paulo Facundo Neto (Grajaú), pelo motorista Pedro Alves de Sousa (João Lisboa) e pelo advogado Naldson Luís Pereira Carvalho (Caxias).

Oficialmente a desculpa para a ausência do prefeito e do vereador foi o fato da audiência ter sido prorrogada para este sábado. No entanto, pelo menos no caso de Humberto Coutinho, recém filiado ao PDT, ele teria sido orientado por Flávio Dino a tomar um chá de doril. "O Heli Dourado vai acabar contigo", teria dito.

Seria uma estratégia da defesa para evitar que o caso inclusive respingasse no próprio deputado, que foi apoiado pelo prefeito. Na sexta-feira a testemunha Fernando de Jesus Lima Oliveira, morador de Caxias, citou Flávio Dino como beneficiário do esquema de distribuição de convênios eleitoreiros feitos pelo ex-governador José Reinaldo (PSDB), cujo objetivo era patrocinar os candidatos da “Frente de Libertação do Maranhão”.

O advogado Heli Dourado trouxe todas as testemunhas que haviam prestado depoimentos sexta-feira para acompanharem a audiência hoje. O objetivo era que eles fossem acareadas com as testemunhas do governador. Talvez tenha sido esse um dos receios do vereador e do prefeito em participar da oitiva.

Os advogados da coligação "Maranhão-A Força do Povo" estavam com todos os dados da votação de Flávio Dino no Maranhão, principalmente em Caxias, para fazer questionamentos a Humberto Coutinho. Seria mais um constrangimento que o advogado do governador iria passar no TRE.

No caso do vereador de João Lisboa, ele foi acusado de comprar por R$ 100 (duas notas de R$ 50) o voto de Wuiara Cristina Rodrigues, também presente para uma possível acareação com João Meneses de Santana

Depoimentos

A audiência deste sábado começou com o depoimento do deputado Julião Amim. Depois foram ouvidos a ex-secretária Helena Duailibe (Saúde) e o ex-prefeito Milton Gomes (Grajaú).

Como eu ainda estou curtindo a vitória do Fluminense sobre o Vasco do colega Marco D'Eça, daqui a pouco eu trago detalhes destes depoimentos.

sexta-feira, 11 de abril de 2008

PF confirma compra de votos pelo governador Jackson Lago

11/04/2008 - 17h30 Atualizada em 11/04/2008 - 17h46
Imirante www.imirante.com.br



O superintendente da Polícia Federal no Maranhão, Augusto Gominho, confirmou em depoimento que acabou agora há pouco no TRE o teor de vários flagrantes feitos pelos federais nas eleições de 2006.

O delegado declarou que em análise preliminar a PF confirmou a autenticidade das gravações feitas pelo ex-prefeito Mimi Cutrim (Nova Olinda), que denunciou o deputado federal Julião Amim (PDT) e o secretário Júlio Noronha (Indústria e Comércio), por tentativa de aliciamento mediante o pagamento de R$ 5 mil.

Confirmou também ter recibo informação do delegado da PF de Imperatriz quando da apreensão R$ 17 mil e prisão em flagrante do vereador João Menezes de Santana (Porto Franco). O vereador estaria comprando votos para os candidatos da coligação “Frente de Libertação do Maranhão”.

No entanto, o caso em que mais foi questionado foi em relação à prisão de Graziano Humberto Ferreira no dia da eleição no segundo turno. Graziano foi preso em flagrante quando abastecia seu carro no posto Vista Alegre, em Paço do Lumiar, com nota de combustível da Secretaria de Desenvolvimento Social (SDS), então comandada pelo secretário Juscelino Pereira. Na ocasião, o frentista do posto também foi detido.

Gominho disse que no dia anterior ao segundo turno recebeu denúncia anônima de que a secretaria estava distribuindo notas de combustível, enxoval, colchões, cadeiras de rodas, filtros e cestas básicas em troca de votos para favorecer o então candidato do PDT. “A denúncia, muito detalhada, dizia que tudo era para votar em Jackson Lago”, ressaltou o delegado.

No órgão, essa distribuição era de responsabilidade dos assessores identificados por Léa e Roberto Tavares. Os produtos eram entregues em depósitos da secretaria no Vinhais e São Cristóvão.

Ele acionou então uma evangélica, que não era policial, para ir ao órgão checar a veracidade ou não da denúncia. Na SDS, ela recebeu uma ficha para colocar nome de eleitores e em troca receberia os produtos.

Devido ao pouco tempo, a PF não prosseguiu na investigação porque teria de preparar um flagrante, o que invalidaria na justiça a ação policial. O superintendente partiu para investigar a denúncia da distribuição do combustível.

Mandou chegar se o posto Vista Alegre era contratado pela secretaria. Com essa confirmação, ele mandou dois policiais ao local. No dia eleição, Graziano e o frentista que o atendeu foram presos. O acusado abasteceu seu carro com uma nota de combustível do governo do Estado, apesar do veículo ser particular. O frentista foi orientado pelo patrão a abastecer todos os veículos que chegassem ao posto com nota da secretaria.

Ao chegar à PF, o acusado disse ter recebido a nota para votar em Jackson. “ Depois de receber a visita dos advogados da ‘Frente de Libertação do Maranhão’ ele mudou a história. Disse que comprou a nota de outra pessoa”, declarou o delegado. Após a conclusão do inquérito, o caso foi mandado para o Fórum Eleitoral de Paço do Lumiar.

Gominho disse ainda ter recebido várias denúncias no dia da eleição dando conta que aeronaves estavam decolando de São Luís abarrotadas de dinheiro. No entanto, o então procurador regional eleitoral Juraci Guimarães queria que só fossem fiscalizadas as aeronaves particulares.

“Não, doutor. Se nós formos lá é para averiguar todo mundo”, respondeu Gominho. Ele afirmou recebido denúncias de que até o helicóptero do governador José Reinaldo estava transportando dinheiro.

''Governistas querem intimidar os adversários'', afirma o líder do bloco Ricardo Murad

10/04/2008 - 20h12
AL/MA meio norte-pi



A agressão perpetrada por um delegado e vários agentes contra o ex-senador maranhense Francisco Escórcio (PMDB), no Rio Poty Hotel, na última quarta (9), depois de um entrevero com o jornalista Lourival Bogéa, editor do “Jornal Pequeno”, foi denunciada nesta quinta-feira (10) na Assembléia Legislativa pelos deputados do Bloco Parlamentar de Oposição (BPO), como um ato covarde de desrespeito aos direitos humanos e a abuso de autoridade.

Para Ricardo Murad (PMDB), líder do bloco, a agressão a Chiquinho Escórcio foi um ato político e que precisa ser apurado com todo rigor. “O governador Jackson Lago tem a obrigação de vir a público e se manifestar sobre o caso, mandando apurar tudo para que não pairem dúvidas sobre a sua responsabilidade neste caso”, disse Murad.

Veemente, o líder oposicionista disse que é inaceitável que autoridades usem o aparelho policial como polícia política, ao sabor de seus interesses partidários. O incidente aconteceu no Rio Poty Hotel, quando Lourival Bogéa, que é réu em duas ações movidas por Chiquinho Escórcio por calúnia e difamação, se encontrava com o secretário-chefe da Casa Civil, Aderson Lago e se dirigiu ao ex-senador com deboches e pilhérias. A atitude grosseira de Bogéa foi rechaçada de forma dura pelo ex-senador. Houve uma discussão e, em seguida, Chiquinho se dirigiu a seu apartamento, onde se hospeda em São Luís.

Ricardo Murad denunciou que a agressão a Chiquinho Escórcio foi uma agressão arquitetada por Aderson Lago, Lourival Bogéa e com a aquiescência da secretaria de Segurança Cidadã, Eurídice Vidigal. Ele relatou que os agentes da polícia civil, sob o comando do delegado Rodson Almeida agiram de forma truculenta e criminosa. “Eles foram ao apartamento de Chiquinho e o arrastaram pelos corredores e o jogaram no chão no hall do hotel, aplicando pontapés nele e o levando, sob a mira de revólveres, para dentro de uma Paraty descaracterizada e sem placas”, disse Ricardo, que revelou, também, que populares disseram a ele que o referido veículo é usado para desova de vítimas da polícia.

REPERCUSSÃO NA MÍDIA
O líder do BPO leu, da tribuna da AL, notícias dos veículos de comunicação relatando a agressão ao ex-senador. Na oportunidade, Ricardo Murad revelou que o delegado Rodson Almeida disse que estava cumprindo ordem superior e que seu chefe agüentava a barra. Ricardo disse, também, que o delegado que efetuou a prisão de Chiquinho Escórcio é useiro e vezeiro na prática de atos de violência. “Esse delegado já foi condenado por abuso de poder no Pará e teve contra si ordem de prisão expedida no ano 2000”, assinalou.

Murad disse que o ato covarde praticado contra o ex-senador não pode ser tolerado pelo governador sob pena de configurar seu apoio à ação de seus comandados. Ele disse que vai esperar a manifestação do governo sobre o incidente.

Para Ricardo, o incidente tem um componente político que precisa ser esclarecido, mas seria grave da mesma forma se fosse perpetrado contra qualquer cidadão anônimo do Maranhão. A polícia não pode ser política lembrou

"VELHO ESCROTO"
Trechos de um artigo sob o título “Velho Escroto”, publicado na edição de ontem do jornal de Lourival Bogéa e assinado pelo ex-juiz Edson Vidigal, foi lido por Ricardo Murad na tribuna. O artigo, claramente dirigido ao governador, é ofensivo ao chefe de estado e mostra o baixo nível que norteia as atuais relações dos aliados de Jackson Lago no consócio de partidos que foi financiado por José Reinaldo.

Ricardo lembrou que a decisão de invadir o hotel e arrastar o ex-senador se configura abuso de autoridade e, na sua opinião, não foi um ato isolado, mas, sim, uma decisão colegiada, que partiu de Aderson Lago, com a ajuda de Bogéa e teve o apoio de Eurídice Vidigal. Aderson pode ter mobilizado a polícia. “Ele deve ter ligado para Eurídice ou para o delegado Jefferson para dar a ordem para o delegado Rodson formar um comboio, usar um carro sem placas, invadir o hotel com homens armados e prender um cidadão. Um delegado, mesmo já tendo sido condenado por abuso de autoridade, não tem essa liberdade. Isso foi uma ação comandada por Aderson e Eurídice com o objetivo de intimidar Chiquinho Escórcio. Que força tem o Lourival Bogéa para mobilizar a Polícia Civil?”, questionou.

“Se Lourival tiver poder para mobilizar a polícia contra seus inimigos é melhor Jackson ir embora. Não houve sequer agressão ao jornalista, conforme ele mesmo disse na delegacia”, disparou o líder do BPO.

Ricardo disse que Lourival é conhecido por ofender e atacar a honra alheia, mas que ele não foi agredido por Chiquinho Escórcio. “Pelo tanto que ele fala mal dos outros era para ter apanhado muito”, ironizou.

Murad lembrou que essa situação decorre do medo que os membros da Frente da Libertação têm de uma aproximação do governador com seu grupo. “Essa suposta aproximação do governador é coisa da cabeça de vocês do governo. Se Jackson quiser aproximação, terá que ser transparente e dizer isso publicamente. E terá nosso apoio institucional. Somos adversários do governo dele. Não somos adversários do Maranhão”, advertiu.

sábado, 5 de abril de 2008

enchentes

Rios Poti e Parnaíba devem reduzir vazão no Maranhao e Piauí
O gerente regional da Chesf (Companhia Hidro Elétrica do São Francisco), Airton Freitas Feitosa, informou na tarde desta sexta-feira, dia 4, que o rio Poti subiu 1,30 metro a a vazão aumentou de 2.320 metros cúbicos por segundo para 2.920 metros cúbicos por segundo.

Ele, porém, disse que a vazão tende a ficar estável porque em Prata, no Ceará, a vazão já está em 2.927 metros cúbicos por segundo. "Isso é bom porque aponta para uma estabilização da vazão do rio Poti.

Ele afirmou que o rio Parnaíba está com uma vazão de 2.600 metros cúbicos por segundo a atingindo em Teresina 6,4 metros, quando sua cota de restrição é de 6,87 metros.


fonte:
Efrém Ribeiro Jornal Meio Norte / meionorte.com

politica Estadual

Deu em O Globo
O xadrez maranhense


A coluna Panorama Político, de O Globo, publicada simultaneamente em O Estado do Maranhão, traz nesta quarta-feira (2) informação sobre a possível aproximação entre o governador Jackson Lago e o grupo do senador José Sarney (PMDB), assunto que o blog vem tratando desde a semana passada.

Em post abaixo, me referi a críticas que o deputado Ribamar Alves (PSB) fez ao governador durante conversa com uma candidata a vereadora de Satubinha em seu escritório.

Citei na ocasião que o deputado afirmara ter tido informações de Brasília dando conta que nesse acordo Jackson apoiaria o hoje ministro Edison Lobão ( Minas e Energia) ao governo do estado e sairia candidato ao Senado ao lado de Roseana Sarney (PMDB). É justamente isso que diz a coluna de O Globo, sob o título "O xadrez maranhense". Leia abaixo a nota do jornal carioca.

"A família Sarney e o governador Jackson Lago (PDT-MA) têm feito gestos de aproximação. Mas como o processo de cassação de Lago continua tramitando, não há possibilidade de apoiarem um mesmo candidato nas eleições municipais. Mas, para 2010, num dos cenários, o ministro Edison Lobão (Minas e Energia) disputaria o governo, enquanto Lago e a senadora Roseana Sarney (PMDB) concorreriam ao Senado, que terá duas vagas."

Portanto, quem ainda tinha dúvida de alguma coisa é bom rever seus conceitos porque em política até boi voa.

fonte: Décio sa

calamidade em parnarama

Cratera engole casas em Parnarama





Leitor de Parnarama manda a foto desta cratera na Rua 6, no bairro Agrovema. A cratera, diz ele, já engoliu duas casas e põe em risco outras três.

“Vale ressaltar que na mesma rua ficam localizadas as duas maiores mansões da cidade, que por coincidência pertencem ao prefeito Raimundo Silveira e a sua ex-esposa, vereadora Nieta Silveira, e ainda, o Parque de Vaquejada, pertencente ao chefe do executivo municipal”, conta.
Isso é o mínimo q pode ser mostrado da nossa Cidade. A busca incansavel do Sr. Prefeito por recursos para comprar carros e fazendas vem causando enormes prejuizos à população de Parnarama, que sofre diante do descaso do Prefeito Raimudo Silveira.
Nesta rua fica a mansão da sua "esposa", vereadora Nieta Silveira q conseguiu com o mísero salário de Secretaria de Ação Social construir uma mansão em tempo recorde.


fonte: Décio sá

quinta-feira, 3 de abril de 2008

SEJAM BEM VINDOS

Sejam bem vindos a todos que vistam e visitarão este blog, dê sua opinião sobre as noticias, faça comentários dê sugestões, votem nas enquetes aqui postadas, façam criticas construtivas para melhorar o nosso blog de forma que todos nós sejamos bem informados de tudo que acontece em parnarama-MA, e que os nossos conterrâneos estejam sabendo o que acontece em parnarama-MA...


abraços e mais uma vez sejam bem vindo
em breve informações sobre os pontos turísticos de parnarama

AGUADEM....

parnarama-MA

Parnarama foi fundada em 10/04/1949 por lauro barbosa ribeiro e estar situada a cerca de 80km de Teresina Capital do Piauí e cerca de 530km de São Luís, a cidade hoje tem uma faixa de quase 30.000 habitantes do total 18.404 sao eleitores, a população urbana é de 9.733 habitantes e a população rural e de 20.572 habitantes.

fonte: