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segunda-feira, 4 de abril de 2011

Ricardo Murad garante que a área da Saúde vai melhorar no Maranhão


A rede estadual de saúde, da capital e do interior, é quem responde pelo maior número de atendimentos aos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) no Maranhão, dentro de um alto padrão de qualidade e resolutividade que todas essas unidades têm a obrigação de atingir.
Na opinião do secretário estadual de Saúde, Ricardo Murad, a reforma da atenção primária com um novo modelo de Programa de Saúde da Família (PSF), que é a porta de entrada dos pacientes no sistema de saúde, e o início imediato do processo de regionalização da saúde (com a definição dos novos tetos financeiros das regiões de saúde e dos procedimentos que cada município vai ser obrigado a prestar) são medidas que darão maior eficiência ao SUS.
Os hospitais estaduais - como o Geral, o Infantil Juvêncio Matos, a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Itaqui-Bacanga, e os regionais do interior (inclusive o Hospital Geral de Urgência e Emergência de Presidente Dutra, que recebe hoje pacientes de todos os municípios do estado, talvez mais do que o Socorrão de São Luís) - mantêm um padrão decente de atendimento apesar da superlotação. Todos eles têm um quadro de profissionais de saúde definido em função do número e do tipo de atendimento que prestam.
Na ultima reunião da Comissão Intergestores Bipartite (CIB), realizada quinta-feira (31) por iniciativa da Secretaria de Estado da Saúde (SES), foi acolhida proposta do governo para reestruturação completa do SUS. "Tenho certeza que com a decisão tomada pela CIB e com a entrada em operação das novas unidades do Programa Saúde é Vida do Governo do Estado, o sistema vai atender com qualidade", avaliou Ricardo Murad.
O secretário estadual de Saúde reafirma que, mesmo diante do quadro de superlotação das emergências, o atendimento poderia ser muito mais eficaz se os municípios, incluindo São Luís, tivessem uma melhor gestão. "Quero frisar também que nenhuma unidade do Estado foi objeto da reportagem do Globo Repórter, porque não temos em nenhuma delas essa situação de caos mostrada na reportagem", ressaltou.
Ricardo Murad esclarece ainda que a piora no atendimento na rede municipal não decorre da desativação pelo Governo de um hospital e duas policlínicas que entraram em reforma, como está dito na manchete do Jornal Pequeno da edição de domingo (3).
"Muito pelo contrário. Não fosse o incremento do atendimento pelas unidades do Estado, a população estaria hoje muito mais desassistida. O fato é que os municípios, inclusive, estão em um estágio de gestão de seus sistemas de saúde muito aquém do pactuado: com baixa resolução, número insuficiente de profissionais e muita precariedade nas instalações físicas e de equipamentos", enfatiza ele.
O secretário afirma também que o fechamento do PAM Diamante e do PAM Cidade Operária em nada prejudicou o atendimento, que continua sendo feito nas outras unidades da rede estadual. "O Hospital do Ipem, que atende exclusivamente os servidores estaduais dentro das metas fixadas pela Secretaria de Planejamento e Administração, também não pode servir de desculpa para a situação difícil vivida pelo setor", frisou Ricardo Murad.
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