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terça-feira, 24 de abril de 2012

Sinproesemma não aceita mais um pacote da maldade do governo


Diante da apresentação do Plano Geral de Carreiras e Cargos dos Servidores da Administração Direta, Autárquica e Fundacional do Poder Executivo Estadual (PGCE), que pretende alterar as remunerações de aproximadamente 88 mil servidores estaduais, a direção do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Maranhão (Sinproesemma) vem a público esclarecer que a tabela de salários do Plano, referente aos servidores da educação, foi estabelecida pelo governo do Estado, autoritariamente, sem discussão com a direção do Sinproesemma, embora tenham havido várias oportunidades para discutir o tema, nas inúmeras reuniões ocorridas para negociar o texto do Estatuto do Educador, desde agosto do ano passado.
“Não concordamos com os números apresentados pela governadora Roseana Sarney e queremos esclarecimentos do secretário de Educação, João Bringel, sobre a tabela”, afirma o presidente do Sinproesemma, Júlio Pinheiro. O Plano Geral de Cargos e Carreiras do Poder Executivo determina, por exemplo, salários para os servidores do magistério da educação básica, sem o conhecimento do sindicato, que é representante legal da categoria.
O presidente Sinproesemma convoca os trabalhadores para ficarem atentos diante do cenário criado após a divulgação do PGCE. “Não vamos permitir que a Assembleia Legislativa do Maranhão aprove qualquer projeto à revelia do sindicato ”, enfatiza.
Compromissos anunciados
Na última terça-feira, 17, o secretário de Educação, João Bringel, se comprometeu encaminhar o Estatuto do Educador até o dia 1º de maio. Também, na reunião, o governo do Estado manteve o compromisso de fazer cerca sete mil titulações e 500 progressões, neste mês de abril, e anunciou que serão concedidas oito mil progressões até o final do ano. Acerca das progressões, o secretário de Educação esclareceu que a concessão do benefício vai obedecer ao critério do tempo de serviço na rede estadual de educação. Já as promoções, o secretário afirmou que só poderão ser concedidas após a aprovação do Estatuto do Educador.
Reação
Caso os compromissos assumidos pelo governo do Estado não sejam concretizados e o governo tente encaminhar à Assembleia Legislativa do Maranhão o pacote anunciado, os trabalhadores em educação vão ser convocados para dizer não à medida. “A sede do Poder Legislativo do Maranhão será palco de batalha dos educadores nos próximos dias”, alerta Júlio Pinheiro.
simproesemma

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